Governo não vê motivos para rompimento. Foto Rodrigo Zaca Rodrigo/Divulgação

BRASÍLIA – AGENCIA CONGRESSO – Prefeitos que apoiam a chapa Ricardo Ferraço (MDB) governador e Renato Casagrande (PSB) senador, não acreditam em rompimento por parte da federação União Progressista.

Cravam que até o fim da semana os dois líderes da federação, deputados Da Vitória (PP), e Marcelo Santos (UB), já terão se acertado com os ‘bombeiros’ do Palácio Anchieta.

Tanto Casagrande quanto Ferraço entraram no circuito para negociar diretamente com os insatisfeitos. Eles teriam mais a perder se fossem para o palanque do ex-prefeito Lorenzo Pazolini (REP), que tem menos chances de ser eleito governador do que Ferraço.

O risco de traição

Por que será que ninguém tá brigando para ser vice de Pazolini? A crise provocada pela indicação do vice de Ferraço deverá estar superada antes mesmo de 5 de agosto, data das convenções do MDB e da federação, junção do PP com União Brasil.

Outro prefeito lembra que Ferraço já declarou que a federação terá participação no governo ”vai ser protagonista durante e depois da campanha”, o que significa ocupar secretarias estaduais.

”Como se trata de sobrevivência política, o importante é manter seu mandato”, lembra um prefeito.

Mas até dia 15 de agosto ainda é possível mudar nomes de candidatos, desde que nas convenções do dia 5, sejam delegados poderes as executivas estaduais, o que certamente vai ocorrer.

 

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