BRASÍLIA – AGENCIA CONGRESSO – O ministro do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) Ricardo Villas Bôas Cueva, derrubou a liminar que mantinha o deputado Gilvan da Federal (PL), como candidato a reeleição.
O partido deve substituir o nome dele por outro candidato. Mas a decisão influi na possibilidade do Partido Liberal eleger deputado federal na eleição deste ano.
A vaga do PL pode sobrar para outro partido ou federação. Todas as esperanças dos bolsonaristas irão para Lucas Polese que sozínho pode não atingir o quociente eleitoral.
Pendurado
Gilvan concorria pendurado numa liminar. Relator de recurso, Cueva revogou a liminar concedida pelo ministro bolsonarista Nunes Marques – presidente do TSE – que mantinha Gilvan como candidato.
O deputado voltou a ficar inelegível por oito anos, de acordo com a Lei da Ficha Limpa. Na prática é o fim da sua carreira política. Em 2034 ninguém vai lembrar que ele existiu.
O TSE manteve a condenação imposta pelo TRE-ES, por violência política de gênero contra a ex-vereadora Camila Valadão, atual deputada estadual.
Fontes do PL acreditam que o parlamentar nem irá recorrer da decisão porque não teria tempo hábil para fazer campanha.
Pela decisão, Gilvan nem vai poder votar no candidato que tanto defende, Flávio Bolsonaro (PL) porque teve seus direitos políticos suspensos.
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