BRASÍLIA- AGENCIA CONGRESSO – Está difícil escolher o candidato (a) a vice na chapa de Ricardo Ferraço (MDB) ao governo.
O nome da médica Lívia Vasconcelos (PSD), mulher do prefeito de Colatina, Renzo Vasconcelos, foi bem recebido por setores do MDB.
Mas encontra resistências junto aos demais partidos que apoiam Ferraço, como Podemos, PDT, PP e União Brasil.
A dificuldade esta atrelada a um fator vinculado a eleição de 2030. Se eleito agora em outubro, Ferraço não poderá disputar a reeleição.
O partido que tiver a vice na mão larga em vantagem na próxima corrida sucessória.
Um candidato a deputado federal do PP, primeiro partido a aderir a Ferraço, questionou a posição que poderia ser ocupada pelo PSD na chapa majoritária.
“Eles estão chegando agora e querem sentar na janela do ônibus. Outros aliados têm mais direito”.
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