BRASÍLIA – AGENCIA CONGRESSO – Sobrou para a ex-senadora Rose de Freitas (MDB). Se o PSD fechar mesmo com a candidatura de Ricardo Ferraço (MDB) ao governo, a candidatura da ex-senadora terá que ser retirada para dar vaga ao PSD. Cada coligação tem duas vagas ao Senado.
Uma das condições do PSD para apoiar Ferraço é indicar o nome do deputado estadual Sergio Meneguelli para o Senado. A outra é indicar a médica Lívia Vasconcelos, mulher de Renzo, candidata a vice governadora.
A direção nacional do PSD tem esse acordo firmado com Meneguelli, de lança-lo ao Senado. Mas o partido não construiu chapa para federal nem estadual. Ficou isolado no processo com muito pouco a oferecer.
Isso deverá gerar uma crise no MDB porque Rose tem apoio de prefeitos d membros da direção nacional do MDB.
Mas o partido também não pode ocupar duas vagas na chapa majoritária (Já tem Ferraço) com tantos aliados no mesmo barco.
Com sua convenção marcada para dia 5 de agosto, em Cariacica, o MDB terá tempo para resolver todas essas questões, e ainda definir a vice.
Aliás a convenção foi adiada de 1 para 5 de agosto justamente para debater a entrada do PSD e a vice governadoria.
Dentro do MDB existe um grupo que defende o nome do ex-prefeito Sérgio Vidigal (PDT) para vice.
Mas o deputado Da Vitória que preside a federação União Progressista já disse que não abre mão.
Rose, no entanto, está tranquila. E diz que sua candidatura está mantida e será homologada.
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O QUE DIZ A LEI
O Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu que partidos coligados para concorrer ao governo do estado não podem fazer outra aliança para o cargo de senador.
Por maioria de votos, os ministros mantiveram a jurisprudência da Corte no sentido de vedar a possibilidade de que as agremiações que se uniram para disputar a vaga de governador formem coligações distintas com o intuito de concorrer ao Senado Federal.


































