Malta e Ciro: Presidência do Senado se cala diante de acusações contra senadores

BRASÍLIA – AGENCIA CONGRESSO – Ex-ministro da Casa Civil do governo Bolsonaro, o presidente nacional do Progressistas, senador Ciro Nogueira (PP/PI), não deve se sustentar no comando da legenda.

Ele também perdeu a chance de ser indicado candidato a vice presidente na chapa do senador Flavio Bolsonaro (PL/RJ).

As provas levantadas contra Ciro pela PF são fartas. Só as aplicações financeiras e bens apreendidos somam R$ 18 milhões. Além da mesada de R$ 300 a 500 mil reais.

E a ação da PF foi autorizara por um ministro do STF bolsonarista, André Mendonça, ex-ministro da Justiça do governo Bolsonaro de abril de 2020 março de 2021.

Espertamente, Ciro contratou um advogado de esquerda – membro do grupo Prerrogativas – Antonio Carlos de Almeida Casto, o Kakay, que já defendeu o presidente Lula.

Enquanto o país assiste atônito denúncias graves contra senadores da Republica, o presidente da Casa, Davi Alcolumbre, se cala e o Conselho de Ética sequer se pronuncia.

Semana passada foi o senador Magno Malta (PL) quem deu um tapa na cara de um enfermeira – num hospital de Brasília – por achar que estava sendo vítima de erro médico. LEIA TAMBÉM

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