Casagrande larga na frente. Contarato tem dificuldades de reeleição.

BRASÍLIA – AGENCIA CONGRESSO – Só seis candidatos ao Senado que disputam às duas vagas do Espírito Santo – na eleição de outubro – tem chances de serem eleitos.

Ex-governador Renato Casagrande (PSB) é o mais bem posicionado e deve ficar com uma vaga. A outra será disputada pelo senador Fabiano Contarato, que conta com a militância do PT, e a ex-senadora Rose de Freitas (MDB), que tem apoio alguns prefeitos.

Pela direita, concorrem o deputado Evair de Mello (REP), que cumpre seu terceiro mandato de federal, e a filha de Magno Malta, Maguinha Malta (PL). Os dois bolsonaristas disputam os votos evangélicos.

Com a decisão do PSD de lançar o deputado estadual Serginho Meneguelli, o cenário embolou. O partido não tem candidato ao governo nem chapa de deputados estaduais. Mas tenta formar chapa de federais. Meneguelli tira votos de Evair e Maguinha.

 

Evair e Rose de Freitas brigam pela segunda vaga ao Senado. Do val só um milagre.

Nesta avaliação não foram consideradas as candidaturas menores de partidos nanicos, como do senador Marcos do Val (Avante), e outros, sem chances de vitória.

Magno Malta quer controlar dois dos três votos do ES no Senado. Para isso lançou a filha, Maguinha, sem experiência política e desconhecida do eleitorado.

Ele, que se intitula ‘general do bolsonarismo” ainda tem mais quatro anos no Senado, onde cumpre seu terceiro mandato de senador.

Se a filha ganhar poderá controlar dois dos três votos Espírito Santo no Senado.

No ES, o partido de Flávio Bolsonaro se uniu ao Republicanos e apoia para governador o ex-prefeito de Vitória, Lorenzo Pazolini, um delegado de polícia licenciado.

Ao subir no palanque de Pazolini, Magno Malta exigiu a primeira vaga ao Senado para sua filha, o que deixou o PSD do ex-governador Paulo Hartung sem espaço na chapa. Evair concorre pelo Republicanos na chapa de Pazolini.