BRASÍLIA – AGENCIA CONGRESSO – Estão tentando politizar o ”escândalo da Apex”, como denominou a revista Veja em matéria no mínimo suspeita porque só acusa um lado.
Tenta jogar o caso no colo do governador Ricardo Ferraço e do ex, Renato Casagrande, mas omite a participação de aliados do ex-prefeito de Vitória Lorenzo Pazolini, no comando da plataforma.
A Veja que dentro do texto sobre o ‘escândalo’ exibe anúncios pagos da Prefeituta de Vitória, governada pela aliada de Pazolini, Cris Samorini, cita dissimuladamente os nomes dos filhos de Ferraço e de Casagrande, para depois dizer que contra eles não existe nenhuma prova.
Sorrateira
A Veja criou munição para um grupo político usar na campanha eleitoral contra o adversário.
A revista não cita o nome de Arilton Teixeira, economista chefe da Apex, irmão de Aridelmo Teixeira, que foi secretário de Pazolini, tão suspeito quanto os demais.

Tudo indica que foram decisões erradas – gestão temerária – que levaram a mais conhecida plataforma de investimentos do ES à lona. Tem agora que administrar um prejuízo de quase R$ 1 bilhão.
A Agência Congresso teve acesso a informações sobre operações equivocadas que geraram os prejuízos, como aquisição de 15,5% de ações da CVC.
Em 2023 Fernando Cinelli começou a comprar CVC e acelerou o movimento em 2025, por meio de um fundo ligado à Carbyne, gestora de recursos da casa capixaba. Foi erro atras de erro.
(Anúncio da PMV publicado em VEJA na mesma página da matéria sobre o escandâlo da Apex)

NOTA DA ASSESSORIA JURÍDICA DE FERNANDO CINELLI
O empresário Fernando Antonio Kulnig Cinelli, fundador da Apex Partners, está dedicado e comprometido a contribuir da melhor forma para a preservação da companhia, seus investidores e acionistas. Com o gesto, ele demonstra sua disposição em esclarecer todas as questões levantadas com total transparência e idoneidade.


































