
BRASÍLIA – AGENCIA CONGRESSO – Após terem sido descartados pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na escolha do candidato a presidente – Jair indicou o filho 01 sem ouvir aliados – os partidos que formaram a Federação União Progressista vão liberar seus candidatos nos estados para apoiar quem for melhor para o crescimento do PP e União Brasil.
A tendência da federação é apoiar Flávio nacionalmente. Mas nos estados devem prevalecer as alianças que forem melhor para os dois partidos cujo principal objetivo é eleger deputados federais.
Filho 01
União Brasil e Progressistas, casados na federação, ainda vão repensar as rotas. Pretendem fazer pesquisas qualitativas até as convenções de julho para definir oficialmente um caminho. Apoiar Lula é uma possibilidade remota. Mas existe chance.
Enquanto isso, no PL a avaliação no PP é de que, se Flávio quiser mesmo essa federação ao seu lado, terá de oferecer a vice e espaço no Senado e em governos estaduais.
Porém, essa construção não está fácil, uma vez que os Bolsonaro ‘querem tudo para eles” e o direito de indicar os candidatos ao Senado em vários estados.
No DF, por exemplo, o PL escanteou todos os partidos aliados – inclusive o MDB de Ibaneis Rocha – para fechar com Michelle Bolsonaro e Bia Kicis ao Senado.
Ibaneis é aliado da direita bolsonarista desde os ataques de 8 de janeiro. Ele deixou o governo para disputar o Senado. Mas para ele ganhar alguém precisa perder. São apenas duas vagas.
Em Santa Catarina, Carlos Bolsonaro. Em São Paulo, Eduardo Bolsonaro quer indicar um amigo.
Muita gente no PP e no União defende ‘carreira solo’ na campanha e foco na eleição proporcional, ou seja, de deputados federais e estaduais.
No Republicanos, o presidente nacional Marcos Pereira (SP) espera ser chamado para conversar com Flávio. O partido também não foi ouvido sobre a indicação do filho 01 para disputar o Planalto. O apoio, no entanto, não será gratuito.

PALÁCIO ANCHIETA
No Espírito Santo a Federação União Progressista já fechou aliança com a chapa Ricardo Ferraço (MDB) ao governo e Renato Casagrande (PSB) ao Senado.
Ferraço provavelmente vai ficar neutro em relação à disputa presidencial. Até assinou carta do partido que defende neutralidade na eleição.
Mas o ex-governador Casagrande apoiará Lula. No palanque de Ferraço estarão PP e União Brasil, PSB, Podemos, MDB, PDT, PSDB.
(Com Agências)






























