BRASÍLIA – AGENCIA CONGRESSO – Siglas consideradas grandes, como o MDB, PDT, PSDB, e até o Republicanos – que comanda a prefeitura da capital – correm o risco de não eleger representantes para ocupar as dez cadeiras do ES na Câmara Federal.
Neste grupo pode ser incluído o PL – Partido Liberal bolsonarista – porque seu único deputado federal, Gilvan da federal, vai ser declarado inelegível pela Justiça eleitoral. LEIA TAMBÉM
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No MDB está sendo articulada a candidatura de Rose de Freitas para deputada federal, e não ao Senado, como quer a ex-senadora. Desta forma o partido poderia começar a montar uma chapa para a Câmara. O ex-deputado federal Lelo Coimbra também pode integrar essa chapa.

O Republicanos mesmo deslocando o deputado estadual Pablo Muribeca para federal, ainda encontra dificuldades de êxito na eleição de federais porque seus candidatos – Erick Musso, Soraya Manato e coronel Ramalho – não tem votos suficientes para atingir o quociente eleitoral.
O PSDB enfrenta o mesmo dilema. Ainda não tem uma chapa competitiva para somar 200 mil votos com as candidaturas de Victor Linhalis (ex-Podemos), Neucimar Fraga (ex-PP) e o ex-prefeito Luiz Paulo Vellozo Lucas. PDT nem se fala. Não terá chapa de federais.
Fim da linha
Além de buscar garantir uma vaga na Câmara dos Deputados, os partidos têm sobre suas cabeças as chamadas cláusulas de barreira. Se não as superarem, correm o risco de perderem o fundo eleitoral e o acesso ao horário político.
Neste ano, cada partido precisa eleger em todo o Brasil um mínimo de 13 deputados federais ou obter nacionalmente 2,5% dos votos válidos para Câmara, sendo 1,5% em pelo menos nove estados.
Atualmente, dezesseis partidos estão correndo risco: PV, Cidadania, UP, PDT, PCO, PSTU, PSDB, PCdoB, Avante, Podemos, PRD, PSOL, Solidariedade, Rede e Novo.
As cláusulas de barreira visam a redução do espectro partidário que conta com mais de 30 siglas. Pelas regras atuais válidas para o Espírito Santo, cada partido ou federação partidária pode apresentar até 11 candidatos.
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