BRASÍLIA -AGENCIA CONGRESSO – O mistério dos mortos pelas tropas americanas após invasão a Caracas, no sábado dia 3 de janeiro, permanece. Até o momento só 23 vítimas venezuelanas foram identificados.
Mas nenhuma foto dos cadáveres foi mostrada, nem a lista com nomes das vítimas. A imprensa internacional está impedida de entrar na Venezuela. Os dois lados omitem informações sobre o ocorrido.
Num primeiro momento o presidente dos EUA afirmou que ninguém havia morrido, e que a operação tinha sido um sucesso. Depois acrescentou que ‘do seu lado ninguém morreu”.
MAIS DE 100 MORTOS
Ontem o ministro do Interior da Venezuela, Diosdado Cabello, afirmou que 100 pessoas morreram no ataque dos EUA que depôs o ditador Nicolás Maduro no sábado (3).
Mas apenas 23 soldados da guarda presidencial de Maduro foram homenageados pelo governo local. Caracas não havia divulgado anteriormente o número de mortos, mas o Exército publicou uma lista com 23 nomes de seus soldados mortos.

Autoridades venezuelanas afirmaram que grande parte do contingente de segurança de Maduro foi morta “a sangue frio”, e Cuba afirmou que 32 membros de suas forças armadas e serviços de inteligência na Venezuela foram mortos.
A esposa de Maduro, Cilia Flores, detida com ele, sofreu um ferimento na cabeça durante a operação dos EUA, disse Cabello, e Maduro sofreu um ferimento na perna.
A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, elogiou os mortos durante programa na televisão estatal, na terça-feira (6), e declarou luto de uma semana pelos militares mortos na operação.
Entre os mortos também estão duas civis, mulheres mortas pelas tropas americanas por engano, segundo o governo local.
Com CNN


































