Evair ainda pensa no Senado. Da Vitória quer a vice, que MDB quis dar a Vidigal.

VITÓRIA – AGENCIA CONGRESSO – A missão dada ao presidente do MDB, prefeito Euclério Sampaio, de tentar emplacar o nome do ex-prefeito Sergio Vidigal (PDT), como vice na chapa de Ricardo Ferraço (MDB), foi mal executada e feita em momento inadequado.

No sábado, dia da convenção do PSB, o prefeito procurou os presidentes do União Brasil, deputado estadual Marcelo Santos, e do Progressista, deputado federal Da Vitória, para tentar convencê-los de que Vidigal também merece espaço na chapa.

Foi depois dessa tentativa que a federação ameaçou passar para o lado do candidato adversário, Lorenzo Pazolini (REP), e marcou café para segunda (27) logo cedo.

Marcelo Santos e Da Vitória não foram a convenção do PSB. Nem o presidente do Podemos, Gilson Daniel, apareceu por lá.

Já era um sinal de descontentamento com as notícias dando conta de que uma vaga da chapa majoritária poderia ir para o PSD.

A missão de Sampaio em favor de Vidigal mostrou que essa hipótese – do PSD na vice – nem está sendo considerada pelo núcleo palaciano.

Lorenzo Pazolini (Republicanos), já aliado com o PL de Magno Malta, escalou seu fiel escudeiro deputado Evair de Mello, para entender os detalhes dessa mudança da federação União Progressista.

Logo cedo os três tomaram café, nesta segunda 27 de julho. (foto). A semana começou com pressão também do PSD, que ameaçou lançar chapa própria com Paulo Hartung na cabeça. Mais um blefe.

15 de agosto

Na reta final do prazo para realização das convenções partidárias – 5 de agosto – o que se vê são mais focos de incêndio e gente se empurrando para caber no ônibus da sucessão.

Quem está na janela se recusa a sair pois chegou antes. Mas até 15 de agosto – prazo final para o registro de candidaturas – todos terão que chegar a um entendimento.

Na reunião que teve com PP e União Brasil, Evair deixou claro que se a federação passar para o lado de Pazolini – o que não deve acontecer –  ele se lança ao Senado.

Do contrário vai buscar a reeleição para o quarto mandato. Se sair para o Senado o Republicanos fica com sua chapa de federais desfalcada.

Corre o risco de não eleger nenhum federal porque com Erick Musso, Soraya Manato, Assis e coronel Ramalho não garantem uma vaga na Câmara dos Deputados (M.Rosetti).

 

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