Ano de Copa, eleição e muita briga.

BRASÍLIA – AGENCIA CONGRESSO – Será curto o funcionamento do Congresso Nacional em 2026. Menos de seis meses.

Ano de baixíssima produtividade legislativa terá pela frente pelo menos duas votações importantes, como pautas populares, como o fim da escala de trabalho 6×1 e a PEC da Segurança Pública.

Isso se as brigas permitirem porque o primeiro embate será a tentativa de derrubada do veto presidencial ao PL da Dosimetria.

O presidente Lula vetou, integralmente, dia (8/1), o Projeto de Lei (PL) da Dosimetria, que reduz as penas dos condenados pelo 8 de Janeiro.

Anistia zero para os golpistas bolsonaristas. Em ano de eleição governo tem mais peso no Congresso

COPA

O primeiro jogo da Copa do Mundo será dia 13 de junho, um sábado. O último jogo dia 19 de julho, um domingo.

Nesta data Câmara e Senado já estarão em recesso parlamentar que termina dia 31 de julho. Começa dia 18/7.

ELEIÇÃO

O problema é que em agosto as campanhas eleitorais já estarão em pleno curso e o Congresso esvaziado.

Neste período dificilmente se obtém quórum para votar qualquer proposta. E as comissões técnicas da Casa paralisam os trabalhos, para alegria de seus servidores.

E a situação piora em setembro porque a eleição é em 3 de outubro. Praticamente 90% dos deputados disputam a reeleição.

Os projetos de interesse da população que não forem votados em fevereiro, março, abril e maio, só voltarão a ser apreciados em novembro, após o 2º turno da eleição.

Em 18 de dezembro o Congresso volta a parar devido ao recesso de fim de ano. Em 2027, se o país sobreviver, a realidade já será outra. (MR)

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