BRASÍLIA – AGENCIA CONGRESSO – Somente quatro candidatos ao Senado pelo ES devem chegar à reta final da campanha de outubro, com chances de serem eleitos.
Ex-governador Renato Casagrande (PSB), mais bem posicionado, senador Fabiano Contarato (PT), ex-senadora Rose de Freitas (MDB) e a filha de Magno Malta, Maguina Malta (PL).
Devem ficar pelo caminho as candidaturas do deputado estadual Sergio Menegueli (PSD), do deputado bolsonarista Evair de Mello (REP) e do ex-deputado Carlos Manato (REP), que inclusive já pediu a seu partido para descer para deputado federal.
Nesta avaliação feita por dirigentes partidários não foram consideradas as candidaturas menores de partidos nanicos.
Meneguelli só será candidato se o PSD integrar a chapa de Ricardo Ferraço ao governo. Mas vai ser difícil remover Rose de Freitas do caminho. Ela tem respaldo do MDB. Meneguelli pode disputar também pelo PSD, sem cabeça de chapa.
Se o PSD aderir, a médica Lívia Vasconcelos poderá ser a candidata a vice governadora. Ela médica, jovem, mulher do prefeito de Colatina, Renzo Vasconcelos, presidente do PSD no ES. Se Lívia chegar, Meneguelli sai.
Magno atropelou bolsonarista
O deputado Evair de Mello, ex- vice líder do governo Bolsonaro, vai acabar sendo candidato a reeleição. Seu projeto de chegar ao Senado com apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro, foi atropelado por outro bolsonarista, senador Magno Malta (PL), que lançou a filha.
Magno quer controlar dois dos três votos do ES no Senado. Ele ainda tem mais quatro anos no Senado. Sua filha, no entanto, nunca disputou cargo político e é desconhecida do eleitorado.

Ao impor sua filha para o Senado, as chances de Evair foram reduzidas.
A chapa do Republicanos para Câmara Federal – com Evair – deverá eleger de um a dois federais. Sem Evair corre risco de não eleger nenhum.
No ES, o PL se uniu ao Republicanos e apoia para governador o ex-prefeito de Vitória Lorenzo Pazolini, um delegado de polícia.
Ao subir no palanque de Pazolini, Magno Malta exigiu a vaga ao Senado para sua filha, o que afastou o PSD do ex-governador Paulo Hartung, das negociações.
































