Gilvan acumulou brigas durante o mandato sem apresentar projetos relevantes

BRASÍLIA – AGENCIA CONGRESSO – Além do MDB, PSDB e PDT, também o PL de Jair Bolsonaro corre o risco de não eleger deputado federal pelo ES, na eleição de outubro deste ano.

Sem o deputado Gilvan da federal na chapa, o PL pode não atingir o quociente eleitoral. O policial federal foi o segundo mais votado na eleição passada. Somou 87 mil votos.

Mas passou todo o mandato arrumando brigas no Parlamento com colegas deputados e até com ministros, repetindo um comportamento agressivo que manteve durante o tempo em que foi vereador em Vitória.

Cavou a própria inelegibilidade. Não apresentou nenhum projeto importante em favor do estado ou do país, se limitando a circular pateticamente com a bandeira do Brasil sobre os ombros.

PATÉTICO Sua ausência na próxima legislatura não fará nenhuma falta. Pelo contrário.

 As apostas do seu partido agora giram em torno do jovem deputado estadual Lucas Polese, de Linhares, que obteve 29 mil votos na eleição de 2022. Polese faz oposição ao governo local e ao presidente Lula. Na pandemia fez campanha contra o fechamento do comércio.

Segundo os mais otimistas, ele pode chegar até 90 mil votos concorrendo a Câmara Federal. Outro nome da extrema direita capixaba para a chapa é o vereador Dárcio Bracarence, aliado da ex-deputada Karla Zambelli, que está presa na Itália por fraudar o sistema do CNJ.

Outros três nomes na lista do PL para a Câmara: Carlos Von, ex-deputado estadual por Guarapari, pastor Fabiano, vereador de Vila Velha, e o cabo Bonadiman.

 

VOTAÇÃO DOS FEDERAIS EM 2022